Teoria aliada à prática: Medicina Veterinária da Uniube atrai alunos do exterior

Os alunos do curso podem acompanhar a rotina do Hospital Veterinário de Uberaba desde o primeiro período do curso

Por Da redação 19/07/2019 - 09:49 hs
Foto: Divulgação
A Medicina Veterinária é composta por profissionais que exercem as atividades de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças animais, produção animal e, até mesmo, saúde pública. Os estudantes da área são capacitados para atuar em clínicas médicas, cirurgia animal e laboratório clínico. A profissão é bastante procurada, dados do Conselho Federal de Medicina Veterinária de 2018 apontam o registro de mais de 150 mil profissionais formados. Tal situação implica um melhor preparo do aluno durante o curso para estar apto para o mercado de trabalho.

Responsável por cerca de 9,5 milhões de toneladas de carne bovina, o Brasil é reconhecido internacionalmente pela produção de carne, com representatividade de 15,4% no mundo. “Além disso, em 2018, o Brasil alcançou o segundo lugar em termos de tamanho do mercado pet, que cresce em torno de 10% ao ano, enquanto a economia de maneira geral não passa de 1%”, conta o coordenador do curso de Medicina Veterinária da Uniube, Eustáquio Resende Bittar.

Com foco em preparar o aluno para esse mercado de trabalho, o curso de Medicina Veterinária da Uniube conta com uma grande porcentagem de aulas práticas em relação a grandes e pequenos animais e, ainda, animais silvestres. “Nós unimos a aprendizagem prática e a teórica. Para isso, os alunos contam com o Hospital Veterinário de Uberaba, que funciona 24h e atende toda a região. Cada vez mais o nosso curso está sendo reconhecido e conquistando alunos de Uberaba, região e, até mesmo, do exterior pela qualidade do ensino ofertado”, pontua o coordenador.

Catherine Stas é um exemplo dessa busca pelo curso. A graduanda é natural da França e chegou ao Brasil pela primeira vez em 2014 para um intercâmbio de seis meses. “Sou formada em Letras pela Universidade de Poitiers, na França. Essa minha graduação se chama ‘Línguas, Tradução e Mediação Intercultural”. Nela, aprendi mais a fundo o inglês, o alemão e descobri o português. Eu, literalmente, me apaixonei pela cultura brasileira e vi uma grande oportunidade de conviver com ela durante um tempo maior e ainda realizar meu sonho de me tornar médica-veterinária. ”, esclarece.

A aluna descobriu a Uniube em uma busca na internet pelo curso que sonhava fazer. “Eu consegui também boas referências de ex-alunos e, para confirmar minha escolha, ainda fui conhecer o coordenador dessa graduação, que foi muito receptivo, assim como o Hospital Veterinário de Uberaba, e fiquei impressionada com os recursos oferecidos para o aprendizado dos alunos”.

Para ela, o maior diferencial são as numerosas aulas práticas e os laboratórios bem equipados. “O curso de Medicina Veterinária da Uniube se importa em oferecer conhecimentos e ferramentas de excelência para o aprendizado dos alunos. Os professores do curso são diferenciados, se atualizam nas suas áreas, atuam como médicos-veterinários e estão sempre à disposição dos alunos, inclusive desenvolvendo projetos de pesquisa e oferecendo oportunidades de iniciação científica”.

Catherine também diz ser de significativa valia a experiência no Hospital Veterinário de Uberaba (HVU). “É a oportunidade de aperfeiçoar tudo o que foi aprendido durante o curso e aprender com os casos clínicos dos animais atendidos no hospital. É importante ressaltar que o HVU tem uma estrutura extraordinária, profissionais de qualidade, métodos de tratamento diferenciados e um grande fluxo de animais atendidos, tudo isso com a supervisão dos professores, que nos aconselham, corrigem, ensinam. É um estilo de aprendizagem maravilhoso para os alunos”.

Influência familiar

Catherine conhece a Medicina Veterinária desde que nasceu. O pai, Luc Stas, formado na área, leva a profissão com paixão e sempre quis compartilhá-la com os quatro filhos que possui. “Desde criança, passo todas minhas férias escolares acompanhando meu pai no seu trabalho na clínica e cirurgia de pequenos animais e nas fazendas. Então, eu acredito que Medicina Veterinária sempre foi minha vida, sempre foi uma paixão, um sonho! ”, compartilha.

A história do irmão mais novo de Catherine, Denis Stas, é parecida. “Hoje ele tem 18 anos e está terminando o seu primeiro ano de faculdade de Medicina Veterinária em Namur, na Bélgica, faculdade na qual meu pai também estudou. Nós três somos apaixonados pelos animais, pela natureza e pela medicina. Quando nos juntamos nas férias, os nossos assuntos preferidos giram em torno dessas paixões, estagiamos juntos, aprendemos juntos, nos damos conselhos para o estudo das matérias, discutimos casos clínicos, um ajuda o outro a estudar. Nós somos muito felizes em ter a mesma paixão e ter conseguido segui-la como profissão”.

Para o pai é fato de grande orgulho ter dois filhos estudando a mesma profissão que ele. “Eu consegui, de algum jeito, transmitir uma vontade e uma paixão para exercer a profissão. E quando transmitimos isso para os nossos filhos, é obviamente um sentimento muito agradável. Sempre dou os mesmos conselhos para eles. Um deles é: se atualizar. A profissão evoluiu sensivelmente estes últimos anos com a chegada de muitas novas tecnologias e novas expectativas da clientela. Assim, eles devem ficar atentos a sempre estar atualizados e preparados, principalmente no começo da carreira, em relação às novas tecnologias, às novas técnicas de tratamentos e às exigências da clientela”, enaltece o pai de Catherine.

Voltar para França

Catherine afirma ser uma possibilidade a volta para a França um dia, mas quer continuar no Brasil por alguns anos. “Este país me encanta pela sua cultura e suas pessoas. Voltar para França é tentador, uma das razões é ficar mais perto da minha família e a outra é a valorização da Medicina Veterinária na França, que é grande também. Sou uma pessoa ambiciosa e, com certeza, escolherei em ficar ou voltar (ou ir para outro país), me preocupando muito com as possibilidades de realização profissional. Hoje, não estou ainda decidida sobre voltar ou ficar, ainda tenho um ano de curso até me formar. Pelas minhas experiências sei o quanto as coisas podem mudar subitamente em nossas vidas, às vezes basta um encontro, uma ideia, para que todos os planos mudem, então, fico aberta a todas as possibilidades”, finaliza.

Fonte: Assessoria de imprensa / Uniube